[:pt]A pesquisa no campo da educação tem transformado a Unit em referência qualitativa em todo o nordeste brasileiro[:]

[:pt]

O Programa de Pós-Graduação em Educação – PPED – é considerado o melhor programa stricto sensu do Norte-Nordeste pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES (Conceito 5) entre instituições de ensino particular. Este conta com um corpo docente altamente qualificado formado por 13 professores. Dentre eles dois Bolsistas de Produtividade em Pesquisa Nível 2 pelo CNPq, um na área da Educação e outro na área Interdisciplinar. A saber, são elas: doutora Cristiane Porto, cuja bolsa é do Comitê Assessor em Divulgação Científica, e a doutora Ester Fraga Vilas-Boas Carvalho do Nascimento, bolsista do Comitê Assessor de Educação, ambos do CNPq e da área das Ciências Humanas.

 “Fatores como excelência docente, estrutura física e compartilhamento de ideias entre colegas pesquisadores e orientandos, significativa produção intelectual, dentre outras razões, contribuem para o reconhecimento”, opina a doutora Cristiane. Esta é a opinião dela acerca do Conceito 5, sendo este reflexo dos resultados apresentados à Capes pela Coordenação do PPED, via Plataforma Sucupira, sobre as atividades dos pesquisadores e estudantes que fazem parte do Programa.

A pesquisadora salienta que, o Comitê do qual sua bolsa é proveniente agrega Ciências Humanas e Sociais, o que o torna um comitê interdisciplinar. “Além disso, sou componente direta do Comitê Assessor de Divulgação Científica, escolhida por indicação dos pares deste comitê, e sancionado pelo Conselho Deliberativo do CNPq”, explica a doutora Cristiane Porto que, também, é líder do Grupo de Pesquisa em Educação, Tecnologias da Informação e Cibercultura.

Intitulado “Educação científica em redes sociais e digitais: contribuições para a consolidação de uma cultura científica no Brasil”, o seu projeto de pesquisa está diretamente ligado à linha de Educação e Comunicação do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Tiradentes. Ele analisa o processo de educação científica requerido por redes sociais digitais que promovem a divulgação científica no Brasil e seus possíveis impactos para a consolidação de uma cultura científica nacional. 

Pós-doutora pela Uerj, a professora Cristiane Porto destaca que, seu interesse está em pesquisar e colaborar para que resultados obtidos sejam divulgados com uma linguagem mais leve. 

“A população que paga impostos e colabora com o financiamento destas pesquisas deve se manter informada acerca do que está sendo pesquisado e dos seus resultados. Nossa ação contribui para educação científica e, consequentemente, a formação de uma cultura científica no Brasil. A população brasileira, em especial a do Nordeste do Brasil, precisa conhecer mais sobre ciência, seus resultados e quais benefícios estes resultados proporcionam a esta mesma população”, confessa a cientista.

[:]