Já pensou como pode ser difícil para muitas pessoas LGBTQIA+ utilizar serviços de saúde? Isso ocorre por falta de informações, custos ou até constrangimentos no atendimento nos serviços de saúde. Pensando nisso, o Programa de Pós-graduação em Saúde e Ambiente e a ASTRA Diretos Humanos e Cidadania LGBT criaram em parceria o projeto “Saúde não tem gênero”, uma iniciativa para ofertar serviços básicos de saúde abraçando a diversidade e as singularidades da comunidade LGBTQIA+.
Os atendimentos se iniciaram no dia cinco de abril e ocorrerão todas as quartas-feiras, pela manhã, entre 9 e 12 horas e pela tarde, entre as 14 e 17 horas, na sede da ASTRA, bairro Getúlio Vargas, Aracaju.
Serão oferecidos no atendimento, mensuração de peso, altura, IMC, verificação de pressão arterial e glicemia capilar, ausculta cardíaca e pulmonar, exame parasitológico de fezes e exame de lâmina.
O projeto “Saúde não tem gênero” é vinculado à dissertação de Mestrado do PSA “Fatores condicionantes de saúde e a configuração das interações sociais da população LGBTQIA+ inserida no Estado de Sergipe”, desenvolvida por Jessy Tawane Santana, orientada pela Profa. Dra. Cláudia Moura de Melo, e conta com uma equipe interdisciplinar composta por pesquisadores em Saúde Coletiva, enfermeiros, biólogos e biomédicos.[:]